Este espaço é destinado à reflexão pedagógica, à divulgação de material sobre desenvolvimento de aulas e, principalmente, a um espaço crítico sobre assuntos variados que permeiam a formação da criança, do adulto, ou seja, do ser humano.

É por obrigação que o professor (Educador) esteja sempre em constante pesquisa e, principalmente, em reflexão sobre a mídia, os debates políticos e financeiros e a formação da opinião da grande massa. Pois o educador só terá sua função plena quando seguir estes passos.

“A verdadeira educação consiste em pôr à descoberta ou em fazer atualizar o melhor de uma pessoa. Que livro melhor do que o livro da humanidade?” (Mahatma Gandhi).

 

Escutar é se calar, pois quem tem muito a dizer sempre tem pouco a escutar. E a pausa, como na música e na fala, é muito importante, pois assim se pode deixar espaço para que o outro indague ou exprime seu pensamento. Não estou dizendo que esta prática seja fácil; acho que é a mais difícil de todas as que Paulo Freire se refere em sua obra Pedagogia da Autonomia. Pois, quando se sai carregado de informações de um curso, palestra ou mesmo da faculdade/universidade, ou ao menos achamos que é assim, queremos colocar estas informações para fora, revolucionar o mundo!!! Mas é aí que cometemos nosso maior erro, pois o mundo já é uma revolução. Temos que saber lidar com isso e, antes de qualquer coisa, usar o tempo a nosso favor.

 

Não há inteligência da realidade sem a possibilidade de comunicação. (Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia. Pg. 133).

 

Ensinar é como executar uma obra musical; temos que interiorizar a peça; isso é o que devemos buscar no aluno: que ele se interesse e fique instigado, a ponto do conteúdo pedir mais dele. Isso fará com que o educando busque, por suas próprias forças, as respostas. Deste modo, estaremos mostrando um bom caminho, sem levá-lo pela mão até o objetivo.